Quinta, 13 de Dezembro de 2018

O Repórter

Naira Amorelli

Profissional na área de Turismo, Marketing e Mídias Sociais, graduada em Gestão e Planejamento de Turismo e Agências de Viagens. É Gestora, Consultora, Agente de Viagens formada, Guia de Turismo, credenciada pelo Ministério do Turismo (MTUR), e já atua na área de Turismo há mais de 15 anos.
Naira Amorelli

Comida de avião

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Naira Amorelli - 17 de janeiro de 2014 às 12:58
arquivo pessoal
Jantar oferecido pela TAP no voo Rio-Porto

Com a atual realidade das tarifas aéreas reduzidas, viajar para o exterior ficou mais acessível para muitas pessoas, mas as dúvidas são proporcionais a esse crescimento e pensando nisso, decidi fazer um “apanhado” geral das dúvidas mais frequentes que recebo por e-mail sobre como é uma refeição – almoço e jantar na classe econômica.

Muita gente ainda pensa que almoçar ou jantar em avião é uma refeição de restaurante ou algo parecido, mas não é bem por aí. Vamos por partes para que você entenda melhor a realidade.

Quantidade

Vamos começar pela quantidade que é uma das perguntas mais frequentes.  Não, não é um banquete, mas fome você também não passa. Além do prato principal que varia muito de companhia para companhia, tem os pãezinhos e belisquetes que acompanham, além disso, tem uma saladinha e a sobremesa para complementar. Acompanham também algumas opções de bebidas e quase sempre uma fruta.

Sabor

Outra grande dúvida é sobre o sabor. Infelizmente este é um fator que deixa um pouco mais a desejar já que infelizmente a comida é feita meio que dentro um padrão global e isso leva em consideração praticamente ausência de temperos e sal. Se você é como eu que adora uma comidinha temperada e salgadinha, vai ter que se contentar em salgar com um sachê básico de sal e quem sabe um molhinho de salada.

Um dos grandes fatores que interferem no sabor da comida, é que com as diferentes condições atmosféricas, processo de embalagem, congelamento, ressecamento no voo e armazenamento fica impossível preservar o sabor original que ela é produzida.

Posso repetir?

Em regra geral, não. Com os cortes de custos cada vez mais frequentes, existe uma limitação na quantidade das refeições. Quase sempre ela vem na quantidade certa dos assentos vendidos e não na quantidade de assentos da aeronave. Pode acontecer de alguém não embarcar ou algum passageiro preferir não comer a refeição e então, nestes casos, a refeição que sobra pode ser oferecida para quem solicita. Claro, se a Cia aérea permitir.

Lanches

Mesmo nos voos longos existem os lanchinhos fora dos horários de refeições e geralmente eles são melhores do que aqueles basicões que costumamos comer nos voos curtos. Nestes casos eles permanecem iguais: barrinhas de cereais, amendoim, ou sanduíches dependendo da Cia aérea.

Café da manhã

Geralmente são bem servidos e neste caso sim existe uma fartura maior nas opções, podendo repetir. Ainda não é um banquete, mas já é um pouco melhor.

A grande verdade é que independente do voo que você irá fazer se é longo ou curto, eu recomendo que você sempre leve um lanchinho. Já aconteceu (mais de uma vez) de eu pegar voo que o catering não entregou a tempo e eu acabei ficando com uma baita fome por mais de quatro horas. Não sendo aquele biscoito fedorento que vai deixar metade da aeronave enjoada e nem biscoito de polvilho que vai deixar o seu vizinho de poltrona todo sujo, está valendo e não é mico nenhum.

Agora é só aproveitar o voo. Boa viagem!


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