Quarta, 13 de Novembro de 2019

O Repórter

Adolescente que estuprou e matou menina em São Paulo ficará internado por 3 anos

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Redação... - 08 de novembro de 2019 às 00:45 (Atualizada em 08 de novembro de 2019 às 04:17)
Reprodução
Raíssa morreu após sofrer estupro e ser asfixiada em São Paulo

SÃO PAULO (OREPORTER.COM) - O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou o adolescente de 12 anos acusado de estuprar e matar asfixiada Raíssa Eloá Capareli Dadona, de 9, no Parque Anhanguera, na Zona Norte de São Paulo. O crime ocorreu no dia 29 de setembro.

A decisão veio através da 1ª Vara Especial da Infância e da Juventude de São Paulo. Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, o prazo máximo de internação é de três anos, sendo que a cada seis meses a Justiça deverá fazer a reavaliação. Nesse período, o adolescente ficará na Fundação Casa.

O corpo de Raíssa foi encontrado no Parque Anhanguera, na Zona Norte de São Paulo. Ela havido a uma festa em um Centro de Educação Unificado (CEU) próximo ao local, mas desapareceu.

Câmeras de segurança mostraram o garoto andando de mãos dadas com Larissa no local próximo do crime.  O corpo da menina foi encontrado amarrado em uma árvore.

Segundo a promotoria do Ministério Público de São Paulo, a garota tinha autismo e confiava no adolescente, pois ambos eram vizinhos e se conheciam. Ele a atraiu para um local e praticou o estupro. A garota tentou resistir, mas foi agredida com epurrões e chutes. Depois, a menina foi arrastada até uma árvore, onde foi amarrada pelo pescoço. 

Após o crime, o adolescente disse a seguranças do Parque ter visto uma menina ferida. Na madrugada do dia 1º de outubro, ele confessou à Polícia Civil ter matado a garota.

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