Sexta, 03 de Dezembro de 2021

O Repórter

Brasil busca medalha inédita no halterofilismo feminino nos Jogos Paralímpicos

Três mulheres estão na disputa em Tóquio

  • Compartilhar
  • Compartilhar por e-mail
  • Reportar um erro
Redação... - 19 de agosto de 2021 às 16:15 (Atualizada em 19 de agosto de 2021 às 16:48)
Taiana Lopes/CPB
Mariana está na briga por medalhas no halterofilismo

TÓQUIO, JAP (OREPORTER.COM) - O Brasil está na disputa do halterofilismo dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. No feminino, Lara Lima (categoria até 41kg), Mariana D’Andrea (até 73kg) e Tayana Medeiros (até 86kg) conquistaram vagas via ranking mundial, feito inédito para o país.

Em Tóquio, o Brasil busca uma medalha inédita na categoria feminina. Mariana lidera o ranking mundial de sua cateria e tenta chegar ao ouro. A disputa promete ser intensa, pois Lili Xu possui a mesma marca registrada, 135kg.

Por ser um esporte de força, as variações hormonais das mulheres precisam ser observadas de perto. “Os hormônios influenciam, mas cada atleta tem um jeito, uma reação diferente a essas variações. A gente precisa conhecer a atleta, observar e ajustar o treino de acordo com o período em que ela está”, disse Valdeci Lopees, um dos técnicos da seleção brasileira.

As disputas começam no dia 26, com Lara Lima e Bruno Carra (até 54kg masculino). Mariana começa a disputa no dia 29, assim como Evânio Rodrigues (até 88kg), prata no Rio de Janeiro, em 2016.  No dia 30 será a vez de Tayana Medeiros.

Os halterofilistas chegaram nesta quinta-feira (19) no Japão, na Vila Paralímpica. Desde o dia 7 a equipe estava em Hamamatsu para aclimatação.

  • Compartilhar
  • Compartilhar por e-mail
  • Reportar um erro
Deixe seu comentário
Mensagem: