Segunda, 17 de Janeiro de 2022

O Repórter

Brasil estreia no rugby feminino dos Jogos Olímpicos contra o Canadá

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Redação... - 26 de julho de 2021 às 19:30 (Atualizada em 26 de julho de 2021 às 20:56)
Divulgação;CBRu

TÓQUIO, JAP (OREPORTER.COM) - O Brasil inicia sua caminhada no torneio feminino de rugby dos Jogos Olímpicos nesta quarta-feira (28), às 21h30 (horário de Brasília),  contra o Canadá. A equipe adversária ganhou a medalha de bronze na edição do Rio de Janeiro, em 2016.

A euqipe brasileira ainda terá mais dois jogos no dia seguinte: às 5h contra França e às 21h contra Fiji.

As jogadoras passaram por um período de 15 dias na cidade japonesa de Nagato, utilizando a estrutura de treinamento do Nagato Blue Angels, clube feminino de sevens. Desde sábado (24), o grupo encontra-se na Vila Olímpica em Tóquio, onde serão realizados todos os jogos do rugby no Estádio Olímpico.  

“Nagato foi uma decisão correta para nossa adaptação gradual ao clima de verão do Japão e também para gerenciar a ansiedade normal de participar deste tão sonhado evento. Ainda mais para nosso elenco, que é jovem, com 10 atletas estreantes em Jogos Olímpicos, dentre as 14 convocadas. Embora todas elas tenham boa experiência com as Yaras em competições internacionais”, disse a manager das Yaras, Dannielle Abreu,

Na modalidade olímpica sevens, os times se enfrentam com sete jogadoras de cada lado e a partida dura apenas 14 minutos ou dois tempos de sete minutos cada um. Por isto, um time costuma jogar duas ou até três vezes no mesmo dia.

“Por ter menos atletas em campo e mais espaços para as jogadas, o sevens se diferencia bastante do rugby XV por exigir mais intensidade, versatilidade, trocas rápidas de passe e velocidade na condução da bola rumo à zona de pontuação”, observa o inglês William Broderick, técnico das Yaras desde agosto de 2020.  “No caso das Yaras, buscamos preencher esses requisitos com um estilo próprio de jogar do rugby brasileiro e das nossas atletas selecionadas”, completou.

Para a veterana Isadora “Izzy” Cerullo, 30 anos, em sua segunda participação olímpica, a seleção injetou sangue novo com atletas como Bianca Silva, Mariana Nicolau e Marina Fiovaranti, estreantes em Jogos Olímpicos, mas que já faziam parte da seleção principal desde antes da Rio-2016. “Muito legal ver que sementes plantadas no primeiro sonho olímpico estão sendo colhidas agora. Temos um grupo de muita ousadia e alegria que acredita até o fim, que é confiante contra qualquer adversária”, avalia.

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