Sexta, 03 de Dezembro de 2021

O Repórter

Com duas medalhas, confederação faz balanço positivo sobre atletismo em Tóquio

Alison dos Santos e Thiago Braz subiram ao pódio nos Jogos Olímpicos

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Redação... - 08 de agosto de 2021 às 13:01 (Atualizada em 08 de agosto de 2021 às 17:46)
Wagner Carmo/CBAt
Alison dos Santos foi bronze nos 400 metros

TÓQUIO, JAP (OREPORTER.COM) - O atletismo brasileiro encerrou os Jogos Olímpicos de Tóquio com duas medalhas: o bronze de Alison dos Santos nos 400 metros e o bronze de Thiago Braz no salto com vara. Neste domingo (8), a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) fez um balanço sobre o desempenho do Brasil durante as competições.

Para o presidente do Conselho de Administração da CBAt, Wlamir Motta Campos, o Brasil teve conquistas satisfatórias em Tóquio. “As duas medalhas de bronze foram muito importantes, mas sabemos que poderiam ser mais, pelo menos mais duas, porque tanto o Darlan Romani quanto a Érica Sena beliscaram”, comentou, referindo-se aos atletas do arremesso do peso e da marcha atlética, respectivamente. “Tem que ser comemorado sim porque podemos mais, precisamos mais e temos condições de mais, tanto pelo material humano que temos como pelo apoio.”

O dirigente destacou os pontos positivos do Brasil durante os Jogos: “Tivemos nos Jogos Olímpicos muitos atletas jovens que estarão na idade ideal em Paris, em 2024”, observou. “Nesta segunda-feira, dia 9, começa o novo ciclo olímpico para Paris, muita coisa no planejamento vai mudar", disse Wlamir, agradecendo aos patrocinadores e ressaltando a importância do apoio para o futuro. 

Claudio Castilho, diretor executivo da CBAt e chefe da missão do atletismo em Tóquio, lembrou a meta de medalhas do Brasil foi alcançada. "Além do Alison e do Thiago, nós também tínhamos expectativa grande de um dos dois representantes da marcha, que quase carimbou, e também em cima do revezamento 4x100 m masculino, que não se confirmou”, disse.

O dirigente elogiou os desmepenhos de Thiago Braz e Alison dos Santos. "O Piu conquistou uma medalha com muita propriedade na que eu julguei ser a prova mais forte dos Jogos Olímpicos. Caiu o recorde do mundo (com o norueguês Karsten Warholm), o segundo (Rai Benjamim) e o terceiro colocados (Alison dos Santos) fizeram recordes de área, outros atletas o personal best e recordes de área, um nível muito alto. Em algumas provas, mas especialmente nos 400 m com barreiras, essa edição demonstrou um nível altíssimo."

Claudio destacou também as metas para os próxios anos. “Temos de buscar soluções para potencializar o resultado dos nossos atletas. Também já temos mais domínio sobre o sistema de qualificação e uma grande oportunidade na mão, com renovação, para Paris. Agora é organizar o futuro, pensando no Mundial de Oregon, em 2022, e na Olimpíada de Paris."

Em Tóquio, o Brasil disputou mais duas finais: Darlan Romani, quarto colocado no arremesso do peso, e Izabela Rodrigues da Silva, 11º lugar no lançamento do disco. A equipe brasileira de atletismo contou com 55 atletas (34 homens e 21 mulheres) no Japão. 

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